segunda-feira, 22 de abril de 2013

Projeto de reflorestamento recebe prêmio e vira exemplo em RO




Sexta-feira, 12 de Abril de 2013, 08:48:48Meio Ambiente
Nas estradinhas rurais de Nova Califórnia só se vê verde dos dois lados. A plantação de frutos da Amazônia ocupa áreas que antes eram degradadas, ou eram de pastagens, há mais de duas décadas.
Na época, agricultores do Sul do país foram para lá plantar arroz, feijão e milho, mas perceberam que não havia como escoar a produção.
Cemildo Kaufer é um dos pioneiros do projeto Reca. Ele é gaúcho e foi para lá há 23 anos. A aposta no sistema agroflorestal, onde são cultivadas várias espécies, deu certo.
O carro-chefe foi o cupuaçu, logo depois veio o palmito da pupunha, que hoje toma conta de boa parte das plantações. Aí, foram somadas a castanheira, árvore nobre da Amazônia, que tem a extração proibida, o açaí, entre outros.
Os produtores rurais levam muito a sério a palavra cooperativismo. Agora, por exemplo, na época do corte da pupunha para extrair o palmito, eles se organizam em mutirões. Cada dia cortam o palmito da propriedade de um deles. Assim, não precisam pagar pela mão de obra e o lucro aumenta.
Hoje 350 famílias são associadas à cooperativa e outras 600 trabalham indiretamente com o Reca. Organizadas em associações, elas vendem os produtos à cooperativa. O total de área plantada do projeto Reca chega a três mil hectares, todos da agricultura familiar.
Manoel Pereira da Silva carrega nos braços o peso da maior produção de cupuaçu do distrito. Ele nasceu no seringal e trabalhou na extração do látex durante 12 anos, mas decidiu apostar no projeto, vendeu o gado para investir no cultivo da fruta. "Eu vi que o cupuaçu ia dar mais dinheiro que o gado e resolvi investir", diz.
Muitos agricultores hoje têm certeza que a vida ficou melhor no campo depois que se associaram à cooperativa.
Fonte:http://www.biomassabioenergia.com.br/noticia/projeto-de-reflorestamento-recebe-premio-e-vira-exemplo-em-ro/20130412085043_R_795

domingo, 14 de abril de 2013

Proteção de nascentes e margens de rios com ressocialização de detentos Equidade, Justiça Social e Cultura de Paz




Descrição

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), em conjunto com a Secretaria de Agricultura e Pecuária, tem desenvolvido programas com o objetivo de preservar a água potável. As ações se dividem em duas frentes: a proteção de nascentes e o reflorestamento de margens de rios. Para isso, a Cedae realiza a ressocialização de presos, que trabalham no plantio de mudas nas áreas de atuação.
O Programa “Rio Rural”, da Secretaria de Agricultura e Pecuária, lançou em 2007 a campanha “Rio Rural 2016 – Água Limpa para o Rio Olímpico”, em busca de melhorias nas condições de nascentes de cursos d’água. O Programa também oferece incentivos financeiros de até R$ 7 mil diretos ao produtor que deseja preservar as fontes de água,  de acordo com o perfil de sua propriedade.
Outra ação para melhorar a produção de água potável é o reflorestamento das margens de rios Guandu e Macacu, por meio do Programa “Replantando Vida”. A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), de Seropédica, oferece assistência técnica e fornece as sementes. Com o programa, a Cedae economiza no tratamento da água bruta, porque o reflorestamento das margens torna os rios mais limpos. Cerca de 150 detentos em regime aberto e semiaberto, de ao menos dez unidades e instituições penais, participam do Programa e passam por uma formação, como agente de reflorestamento, com duração de 1080 horas-aula. Além das atividades de replantio, os internos são selecionados para trabalhar na construção e manutenção de incubadoras de mudas. Há pagamento de salários e redução de um dia de pena para cada três trabalhados.
Há também o Projeto “Muda Guandu”, desenvolvido pela Cedae em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente, visa recuperar, no prazo de três a cinco anos, cerca de 1 mil hectares de matas ciliares que margeiam o rio Guandu com o replantio de espécies nativas da Mata Atlântica. Este rio é o principal manancial do Estado, responsável por 80% do abastecimento do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense.
O replantio da mata ciliar das margens do Rio Guandu também é feito por detentos em regime aberto e semiaberto, resultado do convênio firmado entre a Cedae e a Fundação Santa Cabrini.
Também estão sendo realizados projetos para a despoluição da Lagoa Rodrigo de Freitas e da Baía da Guanabara.
Numa atitude em prol do desenvolvimento sustentável do estado, estes programas contribuem com a preservação do meio ambiente, a inserção social e melhoria da qualidade de vida do Rio de Janeiro.

Metodologia

O projeto Replantando Vida de reflorestamento se abastece de mudas de mais de 100 espécies de árvores nativas de Mata Atlântica em viveiros cultivados pela empresa: na Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu, em Nova Iguaçu; na incubadora de mudas Arthur Sendas, no Centro de Visitação Ambiental da ETE Alegria, no Caju, Zona Norte do Rio; Viveiro Manuel Gomes Archer, na área do reservatório Victor Konder, em Campo Grande, Zona Oeste e o viveiro de produção de mudas florestais na ETE São Gonçalo, no Bairro Boa Vista, nas instalações da própria ETE.
O viveiro do Guandu, o primeiro criado pela Cedae, foi ampliado e hoje produz cerca de 300 mil mudas por ano; o da ETE Alegria, 31 mil/ano; o de Campo Grande, cerca de 30 mil/ano; e o de São Gonçalo, inaugurado em 2012, com capacidade de 180 mil mudas/ano. Também está previsto o lançamento do viveiro da Colônia Penal de Magé, com capacidade para produzir um milhão de plantas.

Objetivos

Rio Rural 2016 – Água Limpa para o Rio Olímpico:
• Proteger 2.016 nascentes até os Jogos Olímpicos
• Melhorar as condições de nascentes de cursos d’água até as Olimpíadas que serão realizadas no estado
• Promover a ressocialização de presos em regime aberto e semiaberto
Projeto Replantando Vida
• Recuperação da mata ciliar dos principais mananciais que abastecem a Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro: rios Guandu e Macacu
Projeto Muda Guandu
• Reflorestar mil hectares de matas ciliares ao longo de 50 quilômetros, com mudas de espécies da Mata Atlântica, numa faixa de cem metros, nas margens degradadas dos rios da bacia do Guandu.
• Melhorar a qualidade e as condições de tratamento na transformação da água do rio para água potável, representando ainda economia de energia elétrica e de produtos químicos
• Promover a ressocialização de presos em regime aberto e semiaberto

Cronograma

• 2003: Lançamento do Projeto “Muda Guandu”
• 2007: Lançamento do Projeto “Replantando Vida” e da campanha Rio 2016 – Água Limpa para o Rio Olímpico
• 2009: Cedae ganha o Prêmio ACRJ de Sustentabilidade pelo projeto “Replantando Vida”

Resultados

• No período 2008-2011, programa Rio Rural 2016 já protegeu 635 nascentes com apoio de agricultores familiares, prefeituras, empresas privadas, comitês de bacias hidrográficas e outros parceiros nacionais e internacionais.
• O trabalho em campo dos agentes de reflorestamento do “Replantando Vida” já possibilitou a produção de dois milhões de mudas de espécies nativas de Mata Atlântica nos viveiros espalhados pelo Estado do Rio de Janeiro. Além disso, já capacitou mais de 2 mil detentos como agentes de reflorestamento.

Instituições envolvidas

• Companhia Estadual de Águas e Esgotos - Cedae
• Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária
• Secretaria de Estado do Ambiente
• Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
• Fundação Santa Cabrini

Contatos

Fundação Santa Cabrini
Tel: (21) 2334-3946
 Gabinete do Secretário de Agricultura e Pecuária
http://www.cidadessustentaveis.org.br/boas-praticas/protecao-de-nascentes-e-margens-de-rios-com-ressocializacao-de-detentos

Usina abre comportas e causa danos ao meio ambiente, em Luziânia (GO)


Hidrelétrica de Corumbá III será notificada e pode ser multada em R$ 50 mil.
Árvores foram puxadas pela força da água; nível do rio subiu dez metros.


Do G1 GO com informações da TV Anhanguera


A abertura das comportas da Usina Hidrelétrica de Corumbá III, que fica em Luziânia, na região leste de Goiás, causou danos ao meio ambiente, às margens do Rio Corumbá. Por conta do procedimento, feito nesta semana, o nível do rio subiu dez metros e árvores nativas como pés de angico e jatobá foram puxados pela correnteza. Vários trechos do barranco também cederam.
Fiscais da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) estiveram no local e começaram a levantar os prejuízos ambientais causados.
Em conversa com funcionários da empresa responsável pela usina, foi confirmada que a abertura das comportas foi uma medida de segurança, pois o reservatório da usina havia chegado ao limite.Segundo a fiscalização, a hidrelétrica vai ser notificada a recuperar a área degradada. Caso fique comprovada a responsabilidade da usina, a multa pode chegar a R$ 50 mil.
Com a previsão de chuva para os próximos dias, os ribeirinhos estão assustados, pois o nível do rio não para de subir. "Vai só acabando [o meio ambiente], destruindo tudo cada vez mais. A mata aqui está indo embora", lamenta o caseiro Wilton Lemos.
A empresa informou que vai vistoriar os danos às margens do rio e justifica que a abertura das comportas é realizada de forma coordenada com o operador nacional do sistema elétrico. Diz ainda que a intenção da usina é garantir a segurança da população ribeirinha.
Fonte:http://g1.globo.com/goias/noticia/2013/04/usina-abre-comportas-e-causa-danos-ao-meio-ambiente-em-luziania-go.html

sábado, 13 de abril de 2013

Viveiro de Mudas Florestas - Viveiro Chacara das Palmeiras -

O Viveiro de Mudas Florestais Nativas comercializa mudas para refloretamento em porte de mudas menores em sacos de plastico chamados de balaios e de Arvores Nativas e Arvores Frutiferas em vasos plasticos .
São mudas frutiferas de varios tamanhos ,mudas nativas tambem de porte variado ,mudas para brindes ,sementes para brindes, sementes personalizadas, mudas personalizadas em tubetes biodegradáveis, sementes de árvores nativas de reflorestamento para brindes, sementes de árvores ornamentais para brindes, sementes de árvores exóticas para brindes, mudas de árvores ornamentais , mudas de árvores de reflorestamento e mudas de árvores para jardinagem .
Enfim temos os mais variados tipos de Arrvores e Mudas e Brindes Ecológicoscom mudas e sementes .
Nosso viveiro de mudas nativas florestais esta localizados em Parnaso Municipio da Estancia Turistica de Tupã.

terça-feira, 9 de abril de 2013

ARVORES E MUDAS NATIVAS PARA REFLORESTAMNETO GURRIPIARANA


NOME CIENTIFICO: MORUS CELTIDIFOLIA
FAMILIA DAS MORACEAS

Frutos verdes e maduro
Flor feminina
Flor masculina
Tronco
 Planta

NOMENCLATURA E SIGNIFICADO: GURRIPIARANA vem do tipi e a etimologia significa “Parecido ou semelhante ao Gurrupiá” (Celtis iguanea), por causa da semelhança das folhas. Também é conhecida como Amora Brasileira, Amora do mato e Amora vermelha.

ORIGEM E OBSERVAÇÕES: Espécie rara encontrada principalmente no Peru e Equador, aparecendo em algumas ocorrências no estado do Acre e Rondônia. Nas minhas expedições em 2.010 foi uma surpresa encontrar essa raridade em uma formação de capoeira da Floresta semidecidua no Município de Campina do Monte Alegre – SP; a espécie ocorre juntamente com a Taiuva (Maclura tinctoria), Pau de lagarto (Casearia sylvestris) e o Gurrupiá (Celtis iguanea). Essa espécie difere da Amora comum (Morus Alba) principalmente por ter folhas menores acuminadas (com ponta longa) e bem semelhantes as do gênero Celtis (Essa é a razão da espécie ser chamada de CELTIDIFOLIA). O tronco é bem amarelado (como se pode ver na foto acima) e o mesmo exsuda látex amarelo como a taiuva, diferenciando da amora comum que exsuda látex branco. Compare as fotos que fiz da planta com as fotos da excicata do FIED MUSEUM disponível em:
http://fm2.fieldmuseum.org/vrrc/max/MORA-moru-celt-ecu-1554886.jpg (Planta feminina) e
  http://fm2.fieldmuseum.org/vrrc/max/MORA-moru-celt-mex-104430.jpg (Planta masculina). 

CaracterísticasArvoreta ramificada de 2 a 4 metros de altura, com ramos decumbentes ou arcados para baixo. O tronco é arredondado de coloração amarela escura e casca áspera; que deixa exsudar látex amarelado quando cortado. As folhas são papiraceáceas (de textura papel), alternas com formato ovado, medindo 5 a 7 cm de comprimento por 3,2 a 5,4 cm de largura, com pecíolo de 2 a 4,5 cm de comprimento, tendo bordas serreadas e às vezes lobadas (com recortes) no caso de plantas masculinas. As flores são dióicas (masculinas e femininas em arvores separadas), nascem nas axilas das folhas em grupos de 2 a 4 receptáculos (tipo de pedúnculo ou haste que se alarga) do qual se inserem estames (pequenos tubos do aparelho masculino que carrega o pólen) brancos de tamanhos variados. O gineceu (órgão feminino) é bicarpelar (com carpelos ou tecidos concrescidos que forma o fruto) com ovário (órgão que contem os óvulos) ínfero (que fica dentro do carpelo) uniovulados (com um óvulo ou futura semente), fecundados por pistilos ou glândulas diminutas desprovidas de filetes (pequenos tubos). O fruto é uma sorose (tipo de fruto carnoso e agregado) cilíndrica de 1,5 a 3 cm de comprimento por 0,8 cm a 1,2 cm de largura de cor vermelho escuro, carnoso e suculento, envolvendo minúsculas sementinhas castanhas.

Dicas para cultivo: Planta de fácil cultivo e rápido crescimento, bastante resiste a baixas temperaturas (até – 3 graus). Pode ser cultivada em todo o Brasil, e em qualquer altitude. Aprecia diversos tipos de solos, desde arenosos, turfosos e até arenosos, mais estes devem ser profundos, úmido, neutro (com pH ente5,0 a 6,2). Começa a frutificar com 1 ano após o plantio se multiplicada por estaquia ou com 2 a 3 anos se cultivada por sementes, tendo o inconveniente de formarem plantas masculinas improdutivas e femininas que são produtivas.

Mudas: As sementes são pequenas e recalcitrantes (perdem o poder germinativo em 30 dias se forem secas). Por isso devem ser semeadas logo que colhidas em jardineiras preenchidas com substrato feito de 40% de terra, 20% de areia e 40% de matéria orgânica. A germinação inicia-se com 15 a 35 dias e quando as plântulas estiverem com 10 cm de altura podem ser transplantadas para embalagens individuais que devem ser deixadas em local com sombreamento de 50%. As mudas atingem 35 cm com 4 a 5 meses após a germinação. A multiplicação por estaca é feita de outubro a novembro cortando da planta mãe estacas maduras com 30 cm altura por 0,9 a 15 mm de diâmetro. Devem ser plantadas em saquinhos contendo o mesmo substrato indicado acima, fincando 6 a 8 cm da base da estaca.

Plantando: Pode ser plantada a pleno sol como em bosques com arvores grandes bem espaçadas. Espaçamento 5 x 5 m entre plantas. É bom fazer covas de50 cm nas três dimensões e prepará-las com 2 meses de antecedência misturando aos 30 cm da terra inicial da cova 1 kg de calcário, 1 kg de cinzas e cerca de 6 pás de matéria orgânica. A melhor época de plantio é de setembro a novembro. Após o plantio irrigar a cada quinze dias nos primeiros 3 meses, depois somente se faltar água na época da florada.

Cultivando: Fazer apenas podas de formação da copa e eliminar os galhos que nascerem na base do tronco ou os cruzados e voltados para o interior da copa, que estejam atrapalhando a ventilação. Adubar com composto orgânico, pode ser 5 pás de cama de frango bem curtido + 30 gr de N-P-K 10-10-10 dobrando essa quantia a cada ano até o 3ª ano, depois manter essa adubação.

Usos: Frutifica nos meses de Outubro a Dezembro. Os frutos são consumidos in-natura e muito apreciados. Os frutos são ótimos para se fazer bolo e também servem para fabricar sucos, sorvetes e geléias. As flores são masculinas ou femininas são apícolas e a arvore é ornamental podendo ser cultivada com sucesso tanto na arborização urbana ou em projetos de reflorestamentos.http://colecionandofrutas.org/morusceltidifolia.htm

sexta-feira, 12 de outubro de 2012



Atualmente fazer que a imagem de sua empresa seja vinculada a temas ecologicos , não é uma moda , mas uma tendencia que vai crescer cada vez mais por isso apresentamos nossa empresa de Brindes Ecologicos






terça-feira, 5 de junho de 2012

Dia do Meio Ambiente e Ecologia



No dia 05 de junho comemora-se o dia do meio ambiente.
A criação da data foi em 1972, em virtude de um encontro promovido pela ONU (Organização das Nações Unidas), a fim de tratar de assuntos ambientais, que englobam o planeta, mais conhecido como conferência das Nações Unidas.
A conferência reuniu 113 países, além de 250 organizações não governamentais, em que a pauta principal abordava a degradação que o homem tem causado ao meio ambiente e os riscos para sua sobrevivência, de tal modo que a diversidade biológica deveria ser preservada acima de qualquer possibilidade.
Nessa reunião, criaram-se vários documentos relacionados às questões ambientais, bem como um plano para traçar as ações da humanidade e dos governantes diante do problema.
A importância da data está relacionada às discussões que se abrem sobre a poluição do ar, do solo e da água; desmatamento; diminuição da biodiversidade e da água potável ao consumo humano, destruição da camada de ozônio, destruição das espécies vegetais e das florestas, extinção de animais, dentre outros.
A partir de 1974, o Brasil iniciou um trabalho de preservação ambiental, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, para levar à população informações acerca das responsabilidades de cada um diante da natureza.
Mas em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.
A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, em várias localidades ainda não há coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartadas de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.
É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.
E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.